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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ingres e seus retratos

Deixo aqui no blog as reproduções das obras de Ingres comentadas em sala: Retrato da condessa d'Haussonville e Retrato de Inès Moitessier.
Ingres
Retrato da condessa de Haussonville, 1845
Óleo sobre tela, 131,80 x 92 cm
Frick Collection, Nova York.
Link da obra no Google Art Project: Portrait de la vicomtesse d'Haussonville

Retrato de Inès Moitessier, 1852-56
Óleo sobre tela, 120 x 92 cm
The Trustees of the National Gallery, Londres.
A obra não se encontra no Google Art Project, mas felizmente o National Gallery disponibiliza, no site, a obra em excelente resolução. Link: Portrait d'Inès Moitessier

Abaixo, a referência da posição da mão sobre a qual madame Moitessier apoia a cabeça.

Hércules e Télefo, 70 d.C.
Museu arqueológico, Nápoles.
 

Como o professor comentou, Ingres pintou um outro retrato de madame Moitessier, na qual a retratada se apresenta em um vestido preto.

Madame Moitessier, 1851
óleo sobre tela
  147 x 100 cm
National Gallery of Art - coleção Samuel H. Kress, Washington DC

Por fim, deixo aqui a reprodução do Retrato de Monsieur Bertin.

Retrato de M. Bertin, 1832
Óleo sobre tela, 116 x 95 cm
Museu do Louvre, Paris.
 

Para quem quiser baixar as imagens em melhor resolução, segue o link do 4shared.

Um abraço a todos e boa semana,
Letícia.

sábado, 26 de março de 2011

Gentile da Fabriano e relações

Caros,

Na última aula o professor leu os comentários sobre a obra Adoração dos Magos, de Gentile da Fabriano e vimos algumas relações com a mesma.

Deixo abaixo as imagens.
Gentile da Fabriano. Adoração dos Magos, 1423





O aglomerado de personagens, presente na pintura de Gentile da Fabriano, aparece, também, nas obras de Ingres, como podemos ver em O martírio de São Sinforiano de 1834.
Jean-Auguste-Dominique Ingres.
O martírio de São Sinforiano, 1834

A ornamentação, fortemente presente em Adoração dos Magos, basta pensarmos na riqueza das vestes ou nos adornos dos animais, teve grande repercussão nos séculos seguintes. Gustav Klimt, assim como outros pintores do fim do XIX, embora com intuitos diferentes, utilizam-se dos mesmos artifícios, para criar um ambiente que mescle luxo, preciosidade, crueldade e morte.

A preciosidade invade não só a tela, mas também aquilo que a cerca - a moldura.
Tudo na obra fica rico, precioso.
Gustav Klimt. Judith I, 1901.




Para os que quiserem explorar um pouco mais a obra, graças ao Google Art Project, podemos ver os detalhes da Adoração dos Magos: http://www.googleartproject.com/museums/uffizi/adoration-of-the-magi-43